Olá!
Já faz algum tempo que pesquiso e estudo sobre as inter-relações que envolvem as técnicas usadas pelos vendedores com as usadas pela propaganda, marketing direto e Internet.
A partir de 2009 quando completo 10 anos de carreira, dou início a um novo projeto pessoal, aonde procuro ajudar vendedores a venderem com mais criatividade, e publicitários a criarem de forma mais vendedora.
Com este foco nasce o blog O Publicitário Vendedor.
Visite, leia, comente e compartilhe com seus vendedores ou publicitários.
Marlus Jungton – O Publicitário Vendedor
www.opublicitariovendedor.com.br

Olá! meu nome é Marlus Jungton, em outubro de 2004 comecei a escrever e postar neste blog alguns textos apontando lições percebidas e aprendidas em minhas diversas experiências profissionais e empreendedoras.
Em dezembro de 2006 iniciei uma nova jornada profissional ao ser contratado pela Revista VendaMais e desde então não mais alimentei este blog.
Escrevo este novo post breve com dois objetivos:
1º - compartilhar com todos o que estou fazendo e aonde podem ler textos meus: estou na VendaMais já a um ano, fazendo parte do departamento de novos projetos, coordenando o Caderno VendaMais - um projeto inédito que leva o conteúdo de revista especializada para jornais regionais impressos de todo o país, além de escrever e editar - ao lado de dois colegas, a seção Grandes Idéias em Marketing impressa todos os meses na Revista VendaMais e a newsletter eletrônica Grandes Idéias em Marketing.
www.grandesideiasemmarketing.com.br
2º - agradecer com toda sinceridade a todos que postaram comentários para algum (s) de meus textos – 153 comentários em quase 12.500 acessos. Estas pessoas concordaram, debateram, descordaram, criticaram, sugeriram, enfim, colaboraram profundamente com o amadurecimento da forma como eu vejo todos os acontecimentos corporativos. A recíproca é muito verdadeira, e sempre que quiserem, estou a disposição para debater qualquer assunto e juntos construirmos uma carreira mais completa, experiente e sólida para todos. Muito, muito obrigado a todos:
- Shyrlei Therezinha Jungton (mãe)
- Janaína Jungton Vernick (super irmã)
- Dra. Heloísa Camargo de Lacerda (Sra. Jungton)
- Adeline
- Alan Bruno Cichon
- Alessandro Lunardon | Univeb
- Alexander Baer | Alexander Baer & Cia ltda
- Amanda
- Amir Ribeiro | INLX Soluções comerciais integradas ltda
- Amsterdan Bianco | Anne Bianco - Clínica de Bem Estar e reabilitação
- Ana Caroline
- Ana Paula Valgas | serdiferente.zip.net
- André
- Ariane Novetti
- Bruno Dallaqua | Shopping Center Itália
- Camila Carvalho
- Camila Araújo
- Carlos Damasceno | CBN
- Carlos Mainardes | RPC
- Carlos Manzochi | San Marco Administração
- Catarina de Marchi Assunção
- Christiano Kubis
- Claudia Cremonin
- Cláudio Erwin "Ceará" | Verbal Comunicação
- Cris Zimermann
- Cristiano Kubis
- Débora Wille
- Denise
- Elza
- Estefânia de Marchi Assunção
- Evelin
- Fábio Bastazini
- Fernanda De Marchi Assunção
- Fernando Bettega
- Flor Pinheiro
- Gabriela | Consorcio nacional Casagrande
- Gilmar Schievenin | SBT
- Giovana Chiquim
- Graciele Andrade
- Gustavo Consalter | Elemidia
- Heloisa Tif
- Inara Pilatti | HSBC
- Janaína Jungton Vernick
- Joana Lefevre | Amcham
- João Carlos Damasceno | CBN
- Jose Marcelo Lucas de Oliveira | Cartório do Taboão
- Julia Graciela
- Karine Jarzynski
- Kellen
- Laurenice Araújo | lWT Tavares
- Luiz Henrique Medaglia
- Marcelo Stam | CIM
- Marco Aurério Castilho
- Marcos Neubert
- Marlus Pires
- Matheus Novais | Museu da Inconfidência
- Melanie Herino | Três Córregos Corretora de Seguros
- Melissa Buest | G/pac
- Micael Suzuki
- Monica
- Nanci Cardoso
- Ney Queiroz de Azevedo | www.queirozazevedo.com.br
- Patrícia Santiago
- Paty Morais
- Rafael Sarubbi
- Rafaela Baena
- Regis | juventudegrandedosul15.zip.net
- Renato Ramalho
- Roberto Machado | DoceShop Atacado e Varejo de Doces | www.doceshop.com.br/blog
- Rogério Afonso | Transamérica
- Rogerio Kriger | Direct Marketing | www.directmkt.com.br
- Ronan | FKaz | www.fkaz.com.br
- Spencer Johnson
- Suhayla
- Thiago Ferreira
- Wada Santos | www.tudoficabelo.zip.net

Executivo Bruxo
Já escrevi sobre pensar sempre na solução, mas pra que haja solução é preciso existir um problema, acontece que existe um comportamento profissional que vai além do que este de pensar apenas nas soluções. Trata-se daquele profissional bruxo, ele tem habilidade de prever os problemas olhando na frente, como nos casos a seguir.
(jogue xadrez) Ouvi em uma entrevista com um jogador de xadrez a revelação de uma particularidade dos melhores jogadores desta modalidade, que um bom jogador de xadrez visualiza algo como 20 jogadas futuras antes de realizar a jogada da vez. Esta é a síntese de um executivo bruxo, ele é capaz não só de prever mas principalmente de calcular e visualizar quais serão reações e possíveis soluções, quanto as suas atuais decisões.
(o conselho experiente) Esta semana fiz uma reunião com um amigo executivo que gerencia o marketing de uma construtora onde ele comentou uma frase ouvida por ele do dono da maior empresa de perfumaria do país, diz ele que este empresário usou um ditado árabe no sacramento de um negócio com uma empresa paulista, por considerar que continha grande sabedoria, o ditado era o seguinte “tratos claros, amizades longas”. Esta decisão de deixar todas as partes muito claras de seus papéis no processo é uma atitude de executivos bruxos, pois é fato que ao longo dos processos os problemas aparecem, e caso não exista a transparência das atribuições e obrigações, desentendimentos podem aparecer e arriscar o sucesso das amizades corporativas e da estabilidade da equipe.
(exercício bruxo) Sempre que eu entro no meu carro pratico um exercício de executivo bruxo, ao invés de olhar para o carro da frente mantendo o meu foco no que está mais próximo de mim, olho realmente para o carro que está a frente deste, é lá o meu foco, a frente do que me vem primeiro. Então se o carro da frente do que está a minha frente brecar, eu imediatamente reduzo. E assim vou seguindo com a certeza de que nunca serei surpreendido pelo carro da frente, ou pelos problemas mais aparentes e óbvios das minhas decisões profissionais.
Não tenho aspirações de ser mais do que um amador jogador de xadrez, entretanto como executivo procuro visualizar quais as possíveis conseqüências dos meus atos e das minhas decisões. Bruxo ou não, de carro ou de vassoura, seja você o melhor profissional que você puder.
Bons negócios presentes e futuros.
Marlus Jungton.
Assista a narração do texto abaixo através do mais novo projeto do executivo Marlus Jungton, o 1º videolog focado em business do Brasil com o nome “Business Break”. Assista sem precisar baixar nenhum arquivo, basta clicar na caixa abaixo do texto ou no link http://www.videolog.tv/businessbreak
Soluções e argumentações
Nada pior num ambiente profissional, na rotina da convivência em alta concorrência, quando alguém diz pra você: “não sei!”. Aí você pergunta: mas qual a solução, e ouve as duas palavras novamente. Aí então num outro dia um colega vem te propor uma nova saída, uma solução e quando você pergunta: “mas porque?”, você novamente ouve o mesmo erro “não sei!”.
(solução é = 1ml de água no oceano) Um esporte que gosto muito é acompanhar o desempenho daqueles que pra mim tem um grande problema pra resolver, Daniel Dantas, Abílio Diniz, Ronaldo Fenômeno, são alguns dos casos que tinham que achar, confiar e contagiar a equipe que os cercava de que existiam soluções para os problemas que enfrentavam. E analisando este tipo de caso eu aprendi que sim, sempre há soluções, mesmo que exija algum tipo de concessão. Aí cabe aquele exercício de pensamento, como pensar positivo atraí coisas positivas; pensar em soluções vai atrair boas soluções. E é por aí, na minha opinião, a diferença dos profissionais de destaque, o foco é grande no objetivo final e nas soluções pra chegar lá. Não perca tempo pensando no problema, ou na cobrança. Simplesmente analise-o e fique focado nesta que é igual a uma gota de água no oceano. A Solução.
(argumento é = 1g de areia no deserto) Eu sou da opinião que um diretor ou dono de empresa deve ser capaz de pelo menos saber como funciona o operacional das partes as quais delega porque, pra mandar é preciso compreender. Entretanto cabe ao funcionário propor formas mais inteligentes e otimizadas de operacionalizar. Mas aí cabe outra lição a se lembrar: argumentos são como um grão areia no deserto, devem existir ao ponto de achar que a quantidade é infinita. Então quando for defender algo lembre-se: que as argumentações nunca podem acabar. Um segredo pode ser você analisar o problema a partir de posições diferentes. Quando apresentar um projeto, antecipe-se se colocando no lugar deste que vai ouvir, depois coloque-se no lugar de quem se beneficiará com o seu projeto, e por aí vai. A cada referencial surgirão novas argumentações que podem defender a sua idéia, são argumentações além da sua própria visão que é limitada por ser apenas um num processo que pode envolver vários profissionais.
(exemplos) Por maior que seja o problema, tá lá a solução, e quando ela é encontrada é preciso muita argumentação pra convencer aqueles que assinam, que pagam a conta. Foi o que aconteceu com profissionais da Parmalat, ou da Schincariol ambas com problemas sérios de imagem, ou ainda da TAM quando o avião caiu
Soluções e as argumentações andam juntas em muitos casos, assim é importante aprender e sempre lembrar que ambas são ferramentas importantíssimas para o seu sucesso e o êxito dos seus objetivos. São ferramentas que devem ser inesgotáveis, pois ninguém, nem eu, nem você e muito menos aqueles que podem ajudar no seu crescimento gostam de ouvir um “não sei”. Pense nisto, e quando for perguntado sobre qual solução, ou o porque, diga ao menos que vai analisar melhor, mas vai achar??? .
Marlus Jungton

O poder da Síntese
Há alguns dias eu assistia o programa “O Aprendiz” e ao final do programa, na avaliação final de uma disputa entre equipes de executivos ocorreu o que eu já testemunhei muito e confesso por vários momentos da vida devo ter sido quadiuvante. A perda de tempo com o excesso de resposta ou justificativa.
(o nome do problema) Neste momento o apresentador e empresário Roberto Justus chamou a atenção de um certo candidato para o problema e comentou que o candidato usa-se o Poder da Síntese. O poder do profissional resumir de forma qualificada e completa uma justificativa ou defesa, otimizando assim o tempo de discurso e facilitando a sua compreensão.
(Aprenda com os políticos) Nas ultimas eleições dediquei uma atenção especial aos debates políticos, para como sempre avaliar o que eu poderia aprender daquela interessante disputa. E uma das principais lições que aprendi diz respeito ao poder da síntese. Eu percebi que os principais candidatos, aquelas notoriamente mais bem preparados, usavam os seus espaços para pergunta e respostas se auto promovendo, utilizando a Síntese como ponte para um recall maior e deixando para o final a sua pergunta ou resposta. Por exemplo: a cada 60 segundos que o candidato tinha pra fazer uma pergunta ou dar uma resposta, ele utilizava 40 segundos se vendendo, lincando os seus principais diferenciais, e os restantes 20 segundos fazendo a pergunta.
(Pesquisa) Enfatizando ainda mais a importância do Poder da Síntese há alguns dias o instituto Information Mapping detectou que 40% de um grupo entrevistado admitem perder até 30 minutos por dia lendo e-mails mal escritos e pouco eficientes, 80% dos americanos entrevistados acreditam que a habilidade de escrever e-mails de forma eficiente é extremamente ou muito importante para o desenvolvimento do trabalho. E 63% dos entrevistados informaram passar de
(faz mas não potencializa) Eu acredito que saber e não reaproveitar é uma falta ainda maior do que errar e não aprender. Este fato de saber e não reaproveitar ocorre neste caso com o uso da linguagem na internet. Seja no mesenger ou mesmo em e-mails informais é comum o uso abreviado de palavras como tdo, vc, kd, qqr, entre muitas outras palavras que mostram que você pode estar usando o poder da síntese no seu cotidiano virtual, mas não o reaproveita na vida profissional.
Tempo é dinheiro, se não for o seu é o do seu patrão ou do seu investidor. Usar as palavras certas, sem perder o foco e a atenção são algumas da dicas para a otimização do seu tempo. Neste caso aprenda com os políticos, reaproveite o que você já faz na internet, torne o seu discurso ainda mais convincente levando de forma direta e objetiva a sua apresentação. Consiga isto e a atenção dos seus interlocutores usando o Poder da Síntese ao seu favor.
Marlus Jungton
Assista a edição “piloto” do projeto “Business Break – por marlus jungton” que traz o texto acima narrado em áudio e vídeo pelo próprio autor. Assista ao vídeo sem precisar baixar nenhum arquivo, basta clicar acima ou acessar http://www.videolog.tv/businessbreak

Mio-solução-pia a causa da ausência de solução
Outro Dia Assistia O Programa “O Aprendiz” Versão Brasileira Apresentado Pelo Empresário Roberto Justus O Qual Sou Fã, Considerando Aqui A Frase Dita Por Ayrton Senna “Eu Não Tenho Ídolos, Tenho Admiração Pelo Trabalho, Dedicação E Competência” Mas Assistia Atentamente O Programa E Como Sempre Empolgado Pra Ver O Que Eu Conseguiria Sugar De Relevante Pra Minha Vida Profissional.
(Ela Veio) O Tal Programa Colocava Os Participantes Numa Espécie De Dinâmica De Grupo Aonde Eram Expostas Situações E Os Participantes Tinham Que Tirar Dali As Suas Interpretações E/Ou Soluções. A Experiência Provou O Que Todos Já Sabemos Mas Nem Os Criativos De Muitas Agencias De Propaganda Conseguem Aplicar: A Criatividade É A Chave Pra Boas Soluções.
(Os Exemplos) 5 + 5 + 5 = 550 Descubra, Caro Leitor, Soluções Diferentes Que Justifiquem Esta Equação. Mas Lembre-Se Que A Solução Está Na Criatividade, Está
(Outro Exemplo) Alguns Dias Atrás Iniciou No País Inteiro Uma Campanha Cujo O Inicio Trazia O Símbolo “>” Seguido Da Palavra “Play” Isto Foi Exposto
(Miosoluçãopia) Diariamente Temos Problemas Pra Resolver, Na Vida Pessoal E Principalmente Na Profissional, Numa Negociação, Na Resolução Para Um Aumento Nas Vendas, Num Processo Judicial, Enfim, Muitas Vezes As Soluções Podem Estar No Modo Como Vemos As Possibilidades De Resolver O Problema. Muitas Vezes Nos Focamos Nas Soluções Normais E Que Respeitem As Regras O Que Nos Cega Para As Verdadeiras Soluções, Que Podem Ser As Criativas Ao Invés Das Obvias E Que Potencialmente Podem Gerar Melhores Resultados.
Como Pode Perceber Caro Leitor, Todo O Texto Está Escrito Com As Iniciais Em Maiúsculo, Pois Eu Poderia Como Fiz Nos Demais Textos Redigi-Los Na Forma Correta, Mas Sinceramente Ver Outras Soluções De Despertar A Sua Atenção Pode Dar Mais Resultado. Até Porque
Sucesso E Criatividade Nas Suas Soluções !
Marlus Jungton

Tempo, ação X reação, PT e as minhas lições.
Alguns são contra o governo do atual presidente Luis Inácio da Silva e outros são a favor, independente da posição eu estou aproveitando ao máximo este governo tendo insights de lições importantes que se aplicam também na vida profissional.
(ponteiros reveladores) Nestes últimos dias aprendi que a frase “nada como um dia após o outro” tem um efeito grande quanto ao resultado e a conseqüência dos nossos atos, assim como para o lançamento de um produto é preciso um tempo pré-determinado para avaliar a reação no target. Isto se fez realidade depois do primeiro depoimento do Dep. Roberto Jéferson. Você já percebeu quantas coisas aconteceram até que ele desse a segunda manifestação? Apareceu uma secretária, o PT insistiu dezenas de vezes que nada sabe, o homem que mandava foi tirado do governo, um lobista disfarçado de publicitário foi desmascarado. Então é aquela: é preciso ter paciência e sabedoria pra potencializar os efeitos de nossas ações, trabalhando da melhor forma as suas conseqüências.
(fazendo a pose errada) Com o Partido dos Trabalhadores revi o conceito muito batido na faculdade de posicionamento de marca, isto porque vejo o partido batendo a cabeça na parede por estar repetindo o tempo todo que não sabe do assunto “mensalão” mesmo depois de todo o escândalo, e de tantas evidencias. Conforme o insight de um amigo Gustavo Consalter o governo deveria desde o inicio do problema ter adotado a postura “vasourão” frente ao problema se posicionando full time como limpadores desta coisa toda. É tudo uma questão de visualizar todas as situações como formas positivas de crescimento do nosso negócio. Muitas vezes a reação ao ataque do inimigo não exige somente uma reação de defesa, nem de ataque, mas sim de posicionamento. É algo como: se sujou eu não sei, mas tenho certeza de que sou o cara certo pra limpar.
Esta semana o presidente fez um pronunciamento em defesa da luta contra corrupção, mas isto depois de muitos dias do estrago. Se o presidente fosse uma empresa já teria perdido clientes e uma multinacional estaria tentando comprá-lo por 1/10 do seu valor de mercado, considerando a demora da sua reação frente aos ataques da concorrência.
Volto a defender o aproveitamento de tudo que ocorre ao seu redor. Pois mesmo com o baixo crescimento da nossa economia (previsão otimista de 2,8% do PIB pra este ano segundo o IPEA) é grande a possibilidade de lições que podemos tirar quanto a ações e a reações dos nossos políticos.
Marlus Jungton.
Agradecimento e News:
- Ao portal UOL pelo reconhecimento do blog como um dos “blogs legais” da internet brasileira;
- Ao colega e amigo Gustavo Consalter pela liberação da publicação do insight acima;
- NEWS > Faça parte da comunidade do blog do executivo no orkut. Links para a comunidade e para o orkut do escritor, no lado direito desta página.

Reciclando idéias
Lembra da frase “nada se cria tudo se copia” este texto se propõem a mudar esta frase para algo como “pouca coisa se cria, o resto se reaproveita”. Desconsiderando neste caso a importância da rima e defendendo o ato de criar que na minha opinião é inesgotável.
(quem veio 1º o ovo ou a galinha) quando o reality show BBB entrou no ar pela rede Globo há alguns anos atrás li muito sobre aquele ser o primeiro reality do Brasil, noticia que eu sempre contestava, pois há alguns anos antes entrava no ar o programa 20 e poucos anos pela MTV, que também se propunha a falar da realidade de um grupo de jovens. Assim concluo que o BBB não foi o primeiro reality show, mas sim pelo menos no Brasil uma adaptação de uma idéia já existente.
(copia tupiniquim) outro exemplo do reaproveitamento vem do cantor Latino que freqüentemente lança um sucesso baseado num outro sucesso geralmente americano. Uma ultima deste artista é a musica “festa no ap” cuja melodia é uma cópia fiel adaptando apenas a letra da canção.
(o resultado da reciclagem) Um bom exemplo do reaproveitamento de idéias, desta vez voltado pro business é a iniciativa da agencia DM9 que reaproveitou o que para muitos poderia ser um entretenimento inútil, em uma sacada que promete gerar grandes resultados a um de seus clientes. A agencia disponibiliza pelo site http://infectous.plugin.com.br/reality/ o reality show Super Bonder, onde transmitem 24 horas por dia via internet à duração do efeito colante do produto de seu cliente, transmitindo e contando por quanto tempo um monitor de 11kg permanece colado a uma parede com o 03g de Super Bonder. E como nas TV’s neste caso o publico também pode participar, digitando no site uma frase que aparece no mesmo momento no tal monitor.
Assim reforço uma mensagem já defendida em outros textos, sugar lições de tudo que nos cerca aprendendo e avaliando como aquilo pode nos ser útil, é na minha opinião um dos segredos do sucesso profissional e pessoal.
Marlus Jungton
Marlus Jungton tem +6a. de experiência com propaganda, atuou como gerente de mídia (agencia), marketing de shopping (cliente) e gerente de vendas (veículo de comunicação). Formado técnico em propaganda viveu ainda 3 experiências empreendedoras.

Eu ouço, tu ouves, vocês ouvem e nós... crescemos !!!
Outro dia assistia a comédia romântica “Dança Comigo?” e lá pelas tantas o personagem de Richard Gere é abordado por sua professora de dança que desabafa sobre sua vida amorosa. O interessante nesta cena é justamente a postura do personagem principal que ouve atenta e solidariamente.
(o canhão) Neste instante tive um insight de uma passagem do livro “A Arte da Guerra” de Sun Tzu falando que uma das ferramentas para se vencer uma guerra é ouvir tudo o que o seu oponente tem a dizer. Ainda em outro filme “Wall Street Poder e Cobiça” o personagem de Michael Douglas, Gordon Gekko diz a seu lúdico e seguidor executivo que no mercado de ações o que importa não são os números, ou as empresas ou o quanto elas valem, mas sim as informações e estas você consegue pesquisando e: ouvindo.
(Cuidado: quem ouve, fala!) Pra exemplificar o uso correto da ferramenta relembro o recente caso com o ex. governador do Rio de Janeiro Sr. Anthony Garotinho, em que este ao ser punido pela justiça eleitoral falou o que não devia. A Juíza do caso sempre que abordada pela imprensa nada falava, preferindo ouvir e deixar o seu oponente dizer tudo que queria. Acabou que os magistrados do Brasil querem agora processá-lo por falar de mais.
(+ exemplos) Outro exemplo é a entrevista coletiva do Presidente Luiz Inácio que demorou mais de dois anos pra acontecer. Dá pra concluir que ele aprendeu que tem gente querendo ouvir o que ele sabe que não pode falar. O nosso governador Roberto Requião na ultima eleição falou sobre as estradas privatizadas, pois falou demais e não conseguiu resolver o problema, certamente vai sentir as conseqüências ano que vem.
Na minha posição profissional atual sou abordado com freqüência por pessoas que esperam que eu fale demais. Então caro leitor muito cuidado com o que você fala, e principalmente muita atenção com o que você ouve, pois ouvir é uma arte, praticá-la é um dever a ser continuamente lapidado e que nos remeterá como brigadeiro à boca de criança, a muitas vitórias profissionais, amorosas e pessoais.
Uma poderosa semana pra você.
Marlus Jungton.
Agradeço:
Ao Rogério Kriger (Direct Marketing Direto), Gustavo Consalter (Elemidia The Outernet Company) , Débora Wille, Estefânia de Marchi Assunção, Rafael Sarubbi, Thiago Ferreira e Catarina de Marchi Assunção pelos comentários no ultimo texto.

O click que saiu pela culatra.
O Tribunal Superior do Trabalho decidiu e agora as empresas têm precedente para usar e-mails trocados pelo funcionário como motivo para demissão por justa causa. Ainda no assunto de internet no trabalho ressalto um estudo patrocinado pela HP e realizado pelo Institute of Psychiatry de Londres, apontando que um profissional perde temporariamente sua capacidade intelectual no trabalho duas vezes mais com telefonemas, e-mail, messenger e genéricos do que se tivesse fumado maconha, então cuidado: use da internet mas não abuse.
(pingos nos is) O banco HSBC Seguros usou fotos pornográficas enviadas pelo e-mail da empresa por um funcionário para demiti-lo por justa causa. Ainda cabe recurso do funcionário que alega ter sua privacidade invadida, entretanto vi no Jornal Nacional que o e-mail da empresa é uma ferramenta jurídica. Eu acredito se deu aí o que diz aquela frase “colocar os pingos nos is” para todos aqueles que defendem a privacidade do e-mail da empresa.
(a verdade, doa se doer) Como executivo e empreendedor defendo que quando compro uma pizza é pra vir uma pizza e não um prato de arroz assim como defendo que se você é pago pra exercer uma função ou alcançar um objetivo, é esta a razão de ser da sua presença na empresa. Use o messenger e a internet mas sem perder o foco. Defendo desta forma a demissão por justa causa quando ocorre o uso indevido do e-mail @empresa_que_eu_trabalho.com.br pois só quando você é dono do negócio sabe quanto custa o seu salário e ainda quanto custa pra prover o seu acesso a internet.
(o culpado) Acredito muito que o trabalho faz parte do nosso crescimento profissional, conquistar desafios e somar patrimônio físico resultado de trabalho tudo isto é inerente em nossas vidas. Assim radicalizo ao ponto de defender: se o profissional perde rendimento por conta da internet o problema não está nas ferramentas da web, mas sim nele: no funcionário propositalmente sem foco.
Obedeça a sua razão de ser na empresa, foco nesta razão é tudo: use e abuse.
Marlus Jungton.
Agradecimentos e Convite:
- Á Rogério Afonso (rádio Transamérica), Dr. José Marcelo Lucas de Oliveira (Cartório do Taboão) Estefânia de Marchi Assunção (escritório de advocacia e consultoria DDA - Dicler Assunção), Claudio Erwin (Verbal Comunicação), Débora Wille, Thiago Ferreira, Laurenice Araújo, Graciele Andrade, Fernanda e Catarina de Marchi Assunção pelos comentários no ultimo texto;

Manda quem pode. E quem obedece?
Caro leitor
Outro dia estava lendo uma pesquisa sobre o auto índice de empreendedorismo do Brasil e vi que um dos motivos é a independência do chefe, um desejo de não querer ter um chefe mandando
(até tu brutos) Há algumas semanas atrás li que o presidente Lula estava nos Estados Unidos e muitos executivos de multinacionais americanas marcaram audiências com o presidente pra tentar abrir caminhos no Brasil, e um que não conseguiu foi o Bill Gates. Ou seja: Mesmo faturando bilhões de dólares ele tem que se submeter ao nosso presidente pra ter ainda mais sucesso. Somando este exemplo as minhas experiências micro-empresárias reconheço que os empregados não tem um desejo mas sim uma ilusão de que ser chefe é ser dono do próprio nariz.
(a realidade) Hoje reconheço e compartilho que é necessário que nós colaboradores ou empresários saibamos reconhecer que nunca estaremos livres a subordinação de alguém. Pois para o presidente Lula se reeleger com realizações concretas ele terá de se subordinar aos senadores e deputados, se comprarmos todos os McDonald’s do Brasil teremos que nos subordinar à matriz mundial. E assim se seguirá sempre com alguém a quem obedecer.
(a prática) Não é um conformismo a situação de subordinação, e sim um sábio e experiente reconhecimento do mais preciso caminho rumo ao sucesso profissional e empresarial. Assim finalizo que aquela frase que diz “manda quem pode, obedece quem tem juízo” deve receber um novo formato: “manda quem pode, obedece quem tem experiência”.
Marlus Jungton.
Agradecimentos:
- Á Alan Bruno Cichon, Thiago Ferreira, Evelin Harmatiuk, Catarina de Marchi Assunção e Melissa pelos comentários no ultimo texto.

Onde o beijo e o dinheiro se encontram
Caro leitor
Sabe quando você torce para que o diálogo de um filme se prolongue e reza para que uma cena seja rodada bem lentamente para você curtir mais o filme? Então, isso é bom, muito bom! Agora, ruim é perder tempo com coisas inúteis.
(Time time time) Há alguns dias eu estava assistindo à novela das 20h na rede Globo e eis que um determinado personagem, que faz o papel de um executivo cujo nome não me recordo, trava uma conversa de reconciliação com sua amante. Ela defende-se dos erros que cometeu enquanto estavam separados e o executivo, sem ressentimentos, diz que o que passou já não importa. A cena termina com um beijo. Cena melodicamente simples se não fosse a postura do suposto executivo que me rendeu um exemplo real de uma grande lição.
(A lição - parte I) Todos sabemos que os problemas, em qualquer área de nossa vida, devem ser resolvidos com agilidade. É claro que, antes, precisam ser analisados, no entanto quanto mais tempo levar a análise do problema maior será o seu tamanho. Mas, como na cena da novela, algumas situações são resolvidas indo-se direto ao ponto. De nada adianta defender-se e argumentar sobre os erros que já aconteceram e não podem ser corrigidos.
(A lição – parte II) Certa vez, ouvi um empresário dizer: “Eu não sento para resolver problemas, pois até ir à sala de reunião, sentar e introduzir o assunto, demorarei muito. Se for pra resolver, que seja em pé mesmo; vai mais rápido.” Enfatizando este raciocínio recentemente, a Microsoft apresentou uma pesquisa feita em 200 países sobre o uso do tempo nas empresas: dois entre cinco dias no escritório são perdidos com ações e discussões sem foco. Além disso, a pesquisa mostrou que muitos trabalhadores chegam a passar seis horas semanais em reuniões que, em quase 70% dos casos, não servem para nada. Assim, podemos concluir que, como na novela, ir direto ao ponto não é bom apenas pelo beijo que virá na seqüência, mas também para a nossa boa performance profissional.
(A principal lição) Devemos otimizar o uso do nosso tempo e, principalmente, estar focados nas soluções e não nos problemas. E termino esta análise acrescentando sobre a mesma lição do último texto (sobre mensagem subliminar): Além de bons exemplos de aplicação real na vida profissional, devemos praticar a habilidade de extrair lições de tudo que nos cerca inclusive cultura inútil e entretenimento popular, como as novelas.
Marlus Jungton.
Agradecimentos:
- Á Catarina de Marchi Assunção, Alan Bruno Cichon, Marlus Pires, Mônica Lindenberg, Marco Aurélio, Ney Queiroz de Azevedo e Thiago Ferreira pelos comentários no ultimo texto.
- Á jornalista Inara Pilatti pela revisão do texto.

Compre Batom, compre batom, compre batom...
Há alguns dias, decidi acompanhar o primeiro programa da nova fase do apresentador Ratinho, no SBT. Fiz isto depois de ouvir rumores no mercado publicitário de que o programa teria mudanças no formato. Como publicitário e sagaz analisador das ferramentas de influência na mídia, eu quis conferir a novidade.
(olha a safadeza)... Assistindo ao programa que, realmente mudou radicalmente de formato, percebi que existe, na minha opinião, uma tentativa de inserção de mensagem subliminar. Mas vamos por partes. Primeiramente, o significado: subliminar é qualquer estímulo não captado pela consciência por estar abaixo dos limites sensoriais receptores. Pode estar presente em qualquer lugar ou mensagem, principalmente nas imagens, por meio de formas e cores e tem por objetivo manipular as pessoas ou, neste caso, a preferência da audiência.
(continuando e chegando ao ponto)... Ao longo do programa, vi que existem vários jogos para ganhar dinheiro, entre eles, jogos de adivinha. E uma coisa me chamou muito a atenção: para você participar do jogo, o telespectador deve ligar para um número e dizer, logo no início da ligação: “Ratinho, quero ganhar mais”. E, logo depois, outra ligação: “Ratinho, quero ganhar mais” e assim se seguem muitos outros “Ratinho, quero ganhar mais”.
(mire e me acerte)... Vamos analisar juntos. O programa é feito para um público popular que tem problemas sociais e passa a vida com uma necessidade comum: ganhar mais. É pra isto que trabalham mais, que estudam mais, que lutam cada dia mais para ter uma qualidade melhor de vida. Na minha opinião, sem colocar em questão a qualidade do programa, da emissora ou do apresentador, essa seqüência de ligações, com a repetição da frase, é uma tentativa de associar o nome do programa ao desejo comum de muitos brasileiros. Esta tentativa, colocada de maneira consciente ou até mesmo subliminar, faz com que o público se identifique com o programa e, conseqüentemente, manipula a preferência de audiência do telespectador.
(finalizando com a lição)...Se este “apelo” usado no programa do Ratinho pode ser considerado correto ou não, deixo isso para você , leitor, opinar. E é com você também que quero compartilhar uma idéia que tive como publicitário, ao assistir o programa me ocorreu que para vender um produto relativamente proibido um comercial poderia começar com um flashe de luz verde, ou numa comparação entre compre o produto X e não o da concorrência o produto X poderia receber ao fundo a cor verde e o produto da concorrência mesmo não identificado poderia ter ao fundo a cor vermelha. Ambos os exemplos fazendo uma referencia as nossas indicações no transito (permitido e proibido). Assim tirei a grande lição: Até mesmo de entretenimento pouquíssimo cultural é possível tirar boas lições profissionais.
Marlus Jungton.
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